– Projeto do Centro de Promoção de
Saúde Mental se prepara para abrir o espaço à comunidade e aos usuários da
Fundação Espírita Allan Kardec –
Mantido pela Fundação Espírita Allan Kardec, o Horto de
Plantas Medicinais, que integra o CPSM (Centro de Promoção de Saúde Mental),
segue em processo de estruturação e consolidação, com foco na produção de
mudas, organização do espaço e no fortalecimento de ações voltadas à saúde
integral da população. A iniciativa prevê, a médio prazo, a produção de
fitoterápicos e a ampliação das atividades com a comunidade.
De acordo com o terapeuta integrativo Peter Gustavo,
coordenador do Horto Medicinal, o projeto tem como propósito ser um espaço vivo
de aprendizado, cuidado e promoção da saúde.
“O objetivo do Horto Medicinal é oferecer um espaço para cultivo de plantas
medicinais e prática da Terapêutica com as Plantas Medicinais, objetivando a
participação da comunidade, cidadania e solidariedade entre os participantes.
Com este espaço, promovemos a saúde de forma integral em todas as suas
dimensões: física, mental, emocional, social e espiritual”, destaca.
Em 2024, a Fundação realizou um workshop para captação de
voluntários, que mantêm presença semanal, aos sábados, colaborando com as
atividades do Horto. No primeiro semestre do ano passado, os trabalhos foram
concentrados principalmente na propagação de mudas, etapa fundamental para a
consolidação do projeto.
No segundo semestre, teve início a
fase de plantio a campo, voltada à organização do jardim medicinal e à
estruturação definitiva do Horto.
Com o avanço dessas etapas, a expectativa é que, a partir
deste ano, o espaço esteja apto a receber visitas escolares, de empresas e de
grupos da comunidade, além do desenvolvimento de atividades educativas e
terapêuticas. Também está em planejamento o início gradual da participação dos
usuários da Fundação Allan Kardec nas ações do Horto.
A proposta para 2026 inclui atividades específicas com
crianças e adolescentes atendidos pelo Projeto Estrelinhas, voltado à prevenção
e promoção da saúde mental.
“A ideia é iniciar de forma organizada e responsável,
integrando o Horto às práticas terapêuticas da Fundação e ampliando esse
cuidado ao longo do tempo”, reforça Peter.